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Conheça
o Eugênio Nogueira,
e veja como tudo começou..
Um
autêntico “Self Made Man” (homem que
se fez por si mesmo), Eugênio Nogueira da Silva
desenvolveu seu trabalho profissional de seleiro paralelo
ao de esportista e criador de quarto de milha de trabalho,
uma coisa puxando a outra.
Desde
o seu início de vendedor e administrador na selaria
do Sebastião Paião, pioneiro da fabricação
da sela americana no Brasil, no ano de 1978, o Eugênio
iniciou sua paixão pelas provas de laço,
dentro das competições do cavalo Quarto
de Milha.
A
partir de 1980, já com sua própria selaria,
enquanto aperfeiçoava seus produtos, o Eugênio
também buscava sua melhoria nas técnicas
do laço, tendo participado de algumas provas
pioneiras Brasil afora, inclusive competindo, junto
com a equipe do Rancho Quarto de Milha, na inauguração
de vários Clubes de Laço, inclusiva da
demonstração pioneira do Quarto de Milha
em Blumenau, em Santa Catarina, tendo participado dos
primeiros campeonatos do cavalo de trabalho da região
de Presidente Prudente, Araçatuba, Paraná,
Mato Grosso do Sul e Goiás.
Buscando
ser um laçador campeão, participou ainda
do 1º Curso de Team Roping (Laço em Duplas)
realizado no país, o do campeão mundial
Greg Hale, em 1982, no Rancho Quarto de Milha de Presidente
Prudente(foto ao lado, é o 3º da esquerda
p/ direita).
Dentre
as conquistas como laçador, na prova de Team
Roping, o Eugênio Nogueira da Silva tem em seu
currículo: 1º, 2º e 5º lugares
no 1º Encontro de Cowboys do Rancho Quarto de Milha
(c/ 3 inscrições por dupla); Campeão
no 1º Rodeio dos Campeões (Rancho Quarto
de Milha, Presidente Prudente); 3º lugar no 2º
Rodeio.
Além
disso ele foi também 4 vêzes campeão
do Rodeio de Goiânia e 3 vezes de Quirinópólis
(Goiás); Campeão de Bezerros e Duplas
em Ituitaba; 3 vêzes campeão em Uberlândia;
5 vêzes em Santa Vitória e Campeão
em Tupaciguara, cidades de Minas Gerais.
O
Eugenio sempre buscou conciliar essa sua prática
na lida do cavalo de trabalho com os seus negócios
na fabricação de selas e equipamentos
para o setor, ou seja, fabrica o que está acostumado
a usar, testado no dia-a-dia das competições
e na sua lida com cavalos, o que reflete na qualidade
dos seus produtos.
Enquanto
diversifica seus negócios, com seus produtos
sendo agora exportados para diversos países,
ele investe no esporte rural e vê, com orgulho,
com sua esposa Luciana Aparecida Matú Nogueira,
a nova geração da família continuar
a paixão pelos cavalos e pelas competições
nas provas funcionais, até mesmo a nível
nacional.
Os
filhos André e João Henrique, com 23 e
27 anos, respectivamente, já têm se destacado
nas provas do Laço em Duplas (Team Roping), inclusive
tendo sido campeões nesta modalidade no Rodeio
de Americana em 2004.
Os
caçulas João Paulo, de 12 anos e Maria
Eugênia, com 5 anos, já mostram seu grande
potencial nas provas de Três Tambores, já
tendo participado de várias competições
oficiais da ABQM e de vários rodeios. Ou seja:
o legado continua.
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